Sejam Bem-Vindos!!!!

Sejam bem-vindos ao meu blog!!! Ele deverá ser um espaço de discussões e de crescimento em relação a um tema tão discutido nas rodas de conversas dos jovens . Mas, por que será que estas questões de sexualidade ainda são tabus em grande parte das famílias brasileiras?
A questão acima é provocadora. Espero que todos vocês contribuam para conversas e discussões sobre o tema participando deste projeto juntamente comigo.

Quem sou eu

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Sou Silvaneide Mendonça dos Santos.Graduada em Serviço Social e Letras pela Universidade Federal de Alagoas e Pós graduada em Novas Tecnologias em Educação pela PUC-RIO. Professora há 5 anos na Escola Estadual Rosalvo Ribeiro. Leciono as disciplinas: Língua Portuguesa, Inglês e Literatura com turmas do ensino médio.Atualmente,sou coordenadora pedagógica desta escola estadual. A sede de aprender é sempre constante em minha vida. Este blog é mais um aprendizado e que gostaria de compartilhar com todos vocês.

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mas afinal!!! O que é Sexualidade

O ser humano tem como sua aspiração maior a busca de prazeres. A percepção do prazer varia de pessoa a pessoa, de acordo com sua história pessoal e social.
Chama-se de sexualidade a todas as formas, jeitos, maneiras como as pessoas expressam a busca do prazer. Se uma pessoa , por exemplo, dança e no momento em que está dançando, ela está sentindo prazer. Da mesma forma, quando alguém nada, bebe ou tem uma relação sexual.
É muito importante entender que entre a busca de prazer e o encontro deste existe uma distância. O encontro do prazer no exercício da sexualidade depende de uma séria de fatores, que compõem a história das pessoas: sua relação consigo mesmas, com os outros e com o mundo.
Quando se entende que a sexualidade está apenas vinculada ao aspecto da relação sexual se diz GENITALIDADE, isto é , centrada nos genitais. Esta abordagem, apesar de restritiva, nos leva a pensar que sobre a relação sexual é preciso ainda muito diálogo,pois pairam dúvidas, culpas, medos, pressões e repressões.
É muito importante aceitar que dúvidas são naturais. Elas acompanham todo o desenvolvimento do ser humano e aumentam e diminuem de acordo com as experiências, sejam elas opcionais ou impostas. As dúvidas relacionadas à sexualidade, passam pelo crivo de poder ser expostas ou não, pois apresentá-las pode sugerir falta de conhecimento ou imaturidade. Imagina...querer saber algo que para a maioria pode parecer tão óbvio...e de repente faz-se a opção pelo benefício da dúvida e esse benefício pode custar caro...
Para construir confiança, resgatar o prazer e desvendar os mistérios é necessário acionar todos os meios disponíveis de informações. É preciso atitude para se lançar na aventura de poder sentir prazer e evitar riscos desnecessários.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

TEMA POLÊMICO: CAMISINHA NA ESCOLA?

<> Alunos discordam sobre distribuição de camisinhas em escolas

Pesquisa mostra que os adolescentes têm dificuldade de acesso ao preservativos. Governo quer oferecer instalação de máquinas de camisinhas em escolas do ensino médio.
A idéia só passa a valer a partir do ano que vem. Mas já está provocando a maior polêmica.Estudantes, pais e educadores discutem se está certo ou errado instalar máquinas para distribuição de camisinhas nas escolas públicas.

Falar de sexo? É claro que quando se fala de sexo se fala de tabu, se fala de preconceito, se fala de tradição, se fala de pecado. O que mais se fala de sexo? Silêncio na sala. Que timidez!

Quando se fala de sexo, se fala também em prevenção e é aí que ela, a camisinha, entra em cena ! É o melhor jeito de evitar a contaminação pelo vírus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de prevenir a gravidez.

“As pesquisas recentes indicam que jovens entre 13 e 19 anos têm uma vida sexualmente ativa. Se eles têm uma vida sexualmente ativa, seria uma atitude dissimulada fechar os olhos para esta realida de”, afirma a doutora em antropologia Micheline de Oliveira.

O Ministério da Saúde em parceria com o Unicef fez uma pesquisa e descobriu que os adolescentes têm dificuldade de acesso ao preservativo. Por isso, escolheu a escola para encurtar este caminho. Sem querer, criou uma polêmica: afinal, escola é lugar para distribuir camisinha?

“Neste local, onde eles estão juntos em turmas de amigos, ter este acesso de maneira, sem preconceito, sem discriminação, com facilitação, acho que é o nosso papel”, a firma o coordenador do Programa DST Aids, do Ministério da Saúde, Dirceu Grecco.

Até o início do ano que vem, pelo menos quarenta escolas públicas de três capitais brasileiras vão começar a testar as máquinas de camisinhas como a mostrada na reportagem.

Mas o que pensam os adolescentes, Os mais interessados no assunto?

“Eu não concordo com estas máquinas aqui dentro da escola, porque tem os postos de saúde que di sponibilizam. E eu acho que não é o local apropriado”, afirma um estudante Mateus Vasconcelos, de 16 anos.

“É muito mais fácil, Eu estou muito mais vezes aqui na escola do que no posto de saúde”, diz a jovem Thayna Estrela, de 15 anos.

“Dá vergonha você falar para outra pessoa o que você vai fazer. Isso daí é muito constrangedor. Seria melhor com uma máquina, que a máquina você pode contar para ela tranquilo, não dá vergonha”, comenta André Fuch, de 17 anos.

O Fantástico fez um teste e usou uma câmera escondida para observar a reação dos alunos. A máquina de camisinhas passou um dia inteiro em uma escola de Florianópolis. Veja em vídeo a curiosidade da turma.

Como o acesso vai ser liberado apenas para alunos do ensino médio, só eles receberam a senha. Usar a máquina é fácil, basta digitar os números e pronto: o preservativo sai na hora.

O interesse foi enorme. Das 300 camisinhas disponíveis, 190 foram retiradas.

Alunos, professores e pais de uma escola ainda estão discutindo, mas a maioria dos estudantes prefere que a máquina seja colocada em lugares como o banheiro.

As escolas não são obrigadas a receber a máquina, mas quem aceitar a oferta do Ministério da Saúde deve promover campanhas e discussões sobre educação sexual - assunto que gera muita polêmica!

“Eu acho que a escola não é o lugar mais apropriado para isso. Primeiro a educação sexual tem que vir de casa, dos pais”, afirma a estudante Carolina Cristina dos Santos, de 16 anos.

A discussão vai além dos muros da escola. “Eu acho que a escola é o lugar adequado que os adolescentes possam adquirir a camisinha, que muitas vezes eles não conseguem em casa”, diz o psiquiatra Francisco Baptista Neto.

Falar sobre sexo em família nem sempre é fácil. Um estudante diz que, em casa, nunca toca no assunto com os pais, “Até porque dá vergonha falar isso com os pais”, diz Lucas Ortiz, de 19 anos.

Seu Édio é pai de oito filhos e sete deles estudam na mesma escola. Todos eles teriam acesso à camisinha. Ao responder se acha que isso, de alguma forma, facilitaria a conversa sobre sexualidade dentro de casa.

“Com certeza, pelo simples fato de chegar em casa contando a novidade, eu creio que vai abrir uma discussão da família com os alunos. Isso vai provocar. Eu acho que vai vir dos filhos para com os pais, que na verdade deveria ser o contrário, dos pais para os filhos”, diz Édio dos Santos.

“Eu sou contra a distribuição da camisinha na escola pelo fato de se incentivar o início da vida sexual deles”, diz uma das mães, Andréa Voges.

Uma psicopedagoga diz que a escola já está sobrecarregada.

“Eu sou completamente contra. As escolas não estão preparadas para este passo, podendo estar banalizando o ato sexual em si, incitando essas crianças a uma vida precoce, sexual, e o passo seguinte seria perguntar agora: onde eles fariam uso destas camisinhas? Nos corredores das escolas?", diz a psicopedagoga Albertina Chraim.

Perguntamos ao jovem Thales Navarro, de 16 anos, o que ele pensaria ao ver a namorada dele com uma camisinha na mão.

“Como a cabeça do homem pensa né, que é uma guria periguete”, responde ele.

“Infelizmente, a sociedade brasileira ainda vê o uso do preservativo, da camisinha, de forma bastante preconceituosa. As pessoas ainda têm a idéia de que fazer a utilização da camisinha é alguma coisa promíscua”, afirma a antropóloga Micheline de Oliveira.

“Isso facilita o estudante a querer isso. Então, isso incita o estudante a pensar que é fácil e distancia da educação que você tem em casa”, diz Otávio Velas, de 16 anos.

“Eu não vou fazer sexo porque tem um negócio de camisinha no banheiro”, defende Thayná.

“Mas se eu quero fazer sexo, qual é o problema?”, questiona Thayná.

O debate está só começando.
Fonte: www.globo.com.br

AGORA É COM VOCÊ!!! O QUE ACHA SOBRE ESTE TEMA TÃO POLÊMICO? ESCREVA A SUA OPINIÃO A RESPEITO A FIM DE AMPLIARMOS ESTA DISCUSSÃO.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

PROFISSÕES "MASCULINAS" E PROFISSÕES "FEMININAS" - MITO OU REALIDADE?

Tradicionalmente, boneca é brinquedo "para menina" e futebol, atividade "para menino", de acordo com suas tendências naturais, ou com suas tendências naturais, ou com os padrões culturais impostos pela sociedade. Por outro lado, foi-se o tempo em que apenas o magistério era profissão "para mulher" : mulheres deste milênio exercem atividades em qualquer área de conhecimento, em alguns casos com vantagens sobre os homens. E também os homens começam a atuar - e bem - em áreas reservadas no passado, às mulheres.
Você acha que homens e mulheres escolhem seu rumo profissional de acordo com o sexo/gênero? Podemos considerar que algumas profissões "não são para homem" e outras "não são para mulher"?
Reflita sobre o assunto e dê sua opinião.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

PRODUZINDO SOBRE O ASSUNTO

Em 19 de agosto começou o Projeto Vale Sonhar no 1º ano "A" e nós sonhamos. Naquela uma hora esqueçemos que era uma aula e pensamos nos nossos futuros incertos.
Começou com a professora Silvaneide perguntando:
_ Algum de vocês engravidou ou engravidou alguém nos últimos 9 meses?
Risos geral. Todos dizeram que não. Mas, alguém disse:
_ Nove meses? Deixa eu ver... E contava no dedo...
_ Não...é não engravidei ninguém - risos geral novamente- Adiante tínhamos que escrever o que queremos ser no futuro. Muitos pararam para pensar (geralmente temos medo de pensar no futuro porque é uma coisa que não temos controle e nem ideia do que vai acontecer) outros foram sinceros (vamos dizer assim) e dizeram que não sabia o que queria ser.
Puxamos um papelzinho que era uma ilustração de um teste de gravidez.Uns davam positivos outros negativos. Quem pegasse o positivo teria que encher uma bexiga e colocar dentro da blusa. Foi motivo de riso geral...
Fechamos os olhos.Tá bom...eu não fechei, mas a maioria fechou enquanto a professora fazia uma viagem no futuro ocm o poder das palavras.
Acabada nossa viagem no futuro, alguns falaram sobre a experiência vivida. A primeira foi Mizia que disse que no começo viu muitas festas com os amigos depois ao longo dos anos foi trocando as roupas de festas por sociais de trabalho e mais adiante casada e grávida.
Outro depoimento foi o grávido Diogo. Ele era mais preocupado em ter o seu próprio negócio pra poder ser feliz com sua família.
Outra sonhadora foi a Jéssica. Essa queria ter também seu próprio negócio, ser independente. Agora não fiquem chocados, mas ela viu no seu futuro seis filhos. É isso mesmo!!! seis filhos!!! Uma casa bem grande, não sei quantas empregadas. Mas, o mais interessante foi o que aconteceu depois que ela acabou de falar, alguém da parte do fundo da sala ( a parte de trás já sabe como é,né...) falou com ironia:
_Você sonha alto né?
E Jéssica falou:
_ Claro meu bem!!! sim, é verdade!!!! Temos que sonhar alto pra sermos alto na vida.
Outros mais falaram de seu sonhos e assim foi acabando a primeira parte do projeto na turma. Fomos na brincadeira falando de coisas serias,coisas que talvez, não agora, mas vai chegar um dia como gravidez, casamento, emprego...o futuro chega em forma de presente e o presente se transforma em passado. Esperamos que nossos sonhos sejam lindos.
Alex Bezerra
Aluno do 1º ano "A" da Escola Estadual Rosalvo Ribeiro

ADOLESCENTES COM HORMÔNIOS À FLOR DA PELE.

Mudanças físicas e psíquicas perpassam a construção da sexualidade na adolescência. Compreensão e diálogo são fundamentais durante esse processo
Ana Rita Martins (ana.martins@abril.com.br)
Estereótipos e expectativas na questão de gêneros

KARINA* Compro ou não?
Fui na farmácia pq queria comprar camisinha e demorei 10 minutos pra ter coragem de pegar. Sinto vergonha por ser menina, as pessoas me olharam mó eskisito. Parecia que eu era uma galinha. É mais fácil prum menino. Fico sem saber como agir.

QUESTÃO DE GÊNERO Os estereótipos sobre o que se espera de homens e mulheres confundem os jovens
Ilustrações: Daniella Domingues
Além do desafio de encarar as mudanças corporais e a avalanche de desejos e novas experiências, construir-se e posicionar-se sexualmente como homem e mulher é um desafio e tanto na adolescência. Principalmente porque a sexualidade não é constituída apenas de determinantes biológicos, mas por um complexo de marcas culturais, sociais e econômicas. O adolescente aprende com o meio o que é esperado dele na relação com o outro.

Como meninos e meninas estão formando a própria identidade, é essencial eles confrontarem as ideias que têm sobre o comportamento de homem e de mulher (o que inclui, em muitos casos, contestar até o modelo dos pais, geralmente considerado perfeito durante a infância). Freud escreveu que é essa nova significação de papéis, com a adoção de outros modelos de identificação fora da família, que consolida a sexualidade de cada um. Na vida real, isso pode provocar grande ansiedade, pois novas referências podem se chocar com os antigos e criar contradições difíceis. É a luta entre o que o adolescente quer ser (como homem e mulher), a autoridade que ele efetivamente dispõe para se tornar isso (já que ainda não é totalmente independente) e o que se espera que ele seja (na família ou na comunidade).

Daí a importância de a escola ensinar a questionar os estereótipos atribuídos ao comportamento sexual masculino e feminino. Por isso, de nada adianta apenas defender que é essencial usar camisinha - mas deixar que os alunos falem mal das meninas que andam com preservativos. Da mesma forma, não vale só mencionar a ejaculação precoce - e se esquecer de abordar a cobrança que pesa sobre os homens, que precisam "provar" sua virilidade. "Despejar informações sobre sexo seguro é pouco para conscientizar os jovens e garantir que terão uma vida sexual saudável. Pesquisas mostram que eles sabem que têm de usar camisinha, mas não a usam. Daí a necessidade de conversar, de fazê-los pensar", diz Mônica Maia, especialista em Educação Sexual.

Enfim, falar sobre sexualidade exige exercitar a tolerância, o acolhimento ao outro e o olhar para si mesmo. Como disse o educador Paulo Freire (1921-1997): "A sexualidade, enquanto possibilidade e caminho de alongamento de nós mesmos, de produção de vida e existência, de gozo e boniteza, exige busca de saber de nosso corpo. Não podemos viver autenticamente, no mundo e com o mundo, se nos fechamos medrosos e hipócritas aos mistérios de nosso corpo ou se os tratamos cínica e irresponsavelmente".

* Os destaques desta reportagem trazem depoimentos por um programa de troca de mensagens instantâneas pela internet de alunos do 9º ano da EMEF Victor Civita, em São Paulo. Os nomes foram trocados para preservar a identidade dos entrevistados.

FONTE: www.novaescola.com.br

OFICINAS DE SEXUALIDADE

Mais uma etapa iniciada. A Escola Estadual Rosalvo Ribeiro iniciou esta semana as oficinas do Projeto Vale Sonhar. A Escola participa do projeto desde 2008 e tem contado com a participação dos alunos do ensino médio, professores e coordenação da escola.
Em 2008, participaram 419 alunos ,pois, as oficinas foram aplicadas para as três séries do ensino médio. Em 2009, as oficinas foram aplicadas apenas para os alunos dos primeiros anos já que as outras turmas já haviam participado no ano anterior. E este ano,o projeto continua com toda força.
Durante esta semana, aplicamos a primeira oficina para as duas turmas do diurno que tem como objetivo “ O despertar para um sonho de vida profissional”.
Antes de começar a dinâmica da bexiga, os alunos responderam a seguinte pergunta: Qual é o meu sonho de vida profissional? Na maioria das respostas os alunos enfatizaram a importância de ter uma formação profissional e realizar-se na profissão escolhida.
Alguns pensam da seguinte forma:
“Entrar no Exército Brasileiro e ter uma grande carreira lá dentro.” (1º “A”)
“Entrar na faculdade (UFAL) no curso de música e viver a minha vida ensinando, aprendendo, tocando, etc... ou seja, viver de música em todos os sentidos.” (1º “A”)
“Tenho tantos sonhos na vida que, ao longo de minha curta vida, alguns já não estar aqui, outros estão ativo esperando o momento para ser realizado. Talvez todos ainda estejam esperando para eu acordar para a vida.” (1º “A”)
“Para a minha vida profissional eu quero ter muito sucesso como médica (obstetra). Por isso, eu me esforço com tudo que eu faço. Estudo e dou o melhor de mim.” (1º “A”)
“ Quero me formar em comunicação e me tornar um ótimo jornalista.” (1º “B”)
“O meu sonho na vida profissional é ser jogador de futebol, apesar das dificuldades que vou ter mas é o meu principal sonho.” (1º “B”)
“Meu sonho é crescer dia após dia profissionalmente. Quero ser psicóloga e quero trabalhar com teatro e diretora de imagens.” (1º “B”)
“Meu sonho profissional é ter um bom emprego para no futuro ter algo na vida. Meu sonho é ser perita criminal.” (1º “B”)
“O meu sonho de vida profissional é ser um engenheiro elétrico. Eu já comecei a realizar meu sonho. Já fiz um curso profissionalizante na área da eletricidade e quero quando terminar o ensino médio fazer a faculdade de engenharia elétrica.” 1º “B”
Após ter respondido a esta pergunta, começamos a dinâmica da viagem ao futuro onde alguns alunos viajaram grávidas e grávidos e outros não.
Nesta viagem (pela imaginação) os alunos podem realizar os seus desejos de acordo com o que eles pensam em fazer ao longo dos anos. Alguns, sentiram dificuldades nesta viagem, pois já a fizeram com uma gestação precoce e outros não.
Os alunos puderam relatar suas experiências (da viagem) para todos da sala e expor todas as suas expectativas de vida para os próximos anos.
Após esta viagem pelo o imaginário de cada um, os alunos se dividiram em grupo e responderam a seguinte pergunta: Quais as conseqüências de uma gravidez precoce para os meninos e para as meninas.
Confiram as respostas:
- A pressão da família;
- Dificuldades financeiras em sustentar o filho;
- Abandona a escola;
- Não se diverti, não é mais uma pessoa livre;
- A estrutura psicológica que não tem para ouvir críticas e para se dedicar ao seu filho;
- Os meninos têm que parar de estudar para sustentar a família que ele está construindo;
- O pai da criança, muitas vezes, não quer assumir o filho;
- Falta de experiência para ser mãe e esposa;
- Dificuldades para arrumar um emprego por ser jovem demais;
- Ter que trabalhar e estudar ao mesmo tempo;
- A vida ativa do jovem acaba por conta da responsabilidade;
- Dificuldades em realizar seus sonhos profissionais.
Foi mais uma experiência gratificante !!!! Vamos para a próxima a 2ª oficina em breve.
Um grande abraço a todos,
Silvaneide Mendonça dos Santos